Categoria: CURIOSIDADES

TENTANDO EXPLICAR O “GOVERNO” PARA UM ALIENÍGENA

Como iniciar uma Revolução , Gene Sharp – GNT

UM CUSPE PETISTA DIRETO DA MESA DO SENADO- PREMIO NOBEL DA PAZ

O Nobel da Paz promoveu guerra

Pressionado, Paulo Paim, o presidente da presente sessão do Senado que deu palanque a Esquivel, ordenou que a palavra “golpe” seja retirada das notas taquigráficas.

O desrespeito ao parlamento e a nós, brasileiros, já está consumado

http://www.oantagonista.com/posts/o-nobel-da-paz-promoveu-guerra

A DEZ ESTRATEGIAS PARA DEIXAR VOCÊ UM “IDIOTA UTIL “

O QUE E UM SOCIOPATA

Os sociopatas são caracterizados pelo desprezo pelas obrigações sociais e por uma falta de consideração com os sentimentos dos outros. Eles exibem egocentrismo patológico, emoções superficiais, falta de auto-percepção, pobre controle da impulsividade (incluindo baixa tolerância para frustração e limiar baixo para descarga de agressão), irresponsabilidade, falta de empatia com outros seres humanos e ausência de remorso, ansiedade e sentimento de culpa em relação ao seu comportamento anti-social. Eles são geralmente cínicos, manipuladores, incapazes de manter uma relação e de amar. Eles mentem sem qualquer vergonha, roubam, abusam, trapaceiam, negligenciam suas famílias e parentes, e colocam em risco suas vidas e a de outras pessoas. O pesquisador canadense Robert Hare, um dos maiores especialistas do mundo em sociopatia criminosa, os caracteriza como “predadores intra-espécies que usam charme, manipulação, intimidação e violência para controlar os outros e para satisfazer suas próprias necessidades. Em sua falta de consciência e de sentimento pelos outros, eles tomam friamente aquilo que querem, violando as normas sociais sem o menor senso de culpa ou arrependimento.”

Os sociopatas são incapazes de aprender com a punição, e de modificar seus comportamentos. Quando eles descobrem que seu comportamento não é tolerado pela sociedade, eles reagem escondendo-o, mas nunca o suprimindo, e disfarçando de forma inteligente as suas características de personalidade. Por isso, os psiquiatras usaram no passado o termo “insanidade moral” ou “insanité sans délire” para caracterizar esta psicopatologia. Um sociopata clássico foi Donatien-Alphonse-François de Sade (1740-1814), um nobre francês cuja preferências sexuais perversas e novelas (tais como Justine) originaram o termo sadismo.

O indivíduo sociopata geralmente exibe um charme superficial para as outras pessoas e tem uma inteligência normal ou acima da média. Não mostra sintomas de outras doenças mentais, tais como neuroses, alucinações, delírios, irritações ou psicoses. Eles podem ter um comportamento tranqüilo no relacionamento social normal e têm uma considerável presença social e boa fluência verbal. Em alguns casos, eles são os líderes sociais de seus grupos. Muito poucas pessoas, mesmo após um contato duradouro com os sociopatas, são capazes de imaginar o seu “lado negro”, o qual a maioria dos sociopatas é capaz de esconder com sucesso durante sua vida inteira, levando a uma dupla existência. Vítimas fatais de sociopatas violentos percebem seu verdadeiro lado apenas alguns momentos antes de sua morte.

DELCIDIO NAO E O PRIMEIRO

 texto de Deltan Dallagnol Coordenador lava jato Ctba

Há uma semana, o senador Delcídio Amaral era preso, em dia histórico. Estamos, hoje, a uma semana do dia internacional de combate à corrupção – postaremos hoje novamente sobre isso.

No texto abaixo, Vladimir Aras defende a correção da decisão do STF que determinou a prisão de Delcídio do Amaral:

“Se esse crime tivesse ocorrido hoje e se fosse correta a interpretação dada por alguns ao artigo 53 da CF, o senador Arnon de Melo, que atirou contra um de seus pares no plenário do Senado, NÃO poderia ser preso em flagrante, porque o homicídio simples é crime afiançável.

Se houvesse a lavratura do auto de prisão em flagrante, a prisão não subsistiria por si própria, dado que atualmente o flagrante tem natureza precautelar.

Se o flagrante é precautelar e, segundo dizem, não cabe prisão preventiva de parlamentar, qual é a função da Casa Legislativa quando analisa o auto de prisão de crime inafiançável e o considera válido? (i) Manter o flagrante, que não resiste sozinho; (ii) ou chancelar uma cautelar (preventiva) decretada pelo juiz natural, o STF; (iii) ou autorizar o STF a decretar a preventiva?

O texto constitucional não pode ser interpretado em tiras ou pelo critério puramente literal. Métodos de interpretação histórica e sistemática devem ser empregados.

Caberia então ao STF, juiz natural, decretar a prisão preventiva do senador, se presentes os requisitos cautelares. O Senado resolveria sobre a manutenção dessa prisão, para preservar sua própria independência e a livre atividade parlamentar contra ingerências abusivas.

O abrandamento dessa garantia (“freedom from arrest”) pelo Senado é semelhante em natureza e efeitos à renúncia à imunidade diplomática, que somente pode ser apresentada pelo Estado soberano, em relação ao seu representante (diplomata) que cometa crime, nos termos da Convenção de Viena de 1961. Sem a renúncia à imunidade pelo Estado acreditante, o agente diplomático não pode ser processado perante a Justiça do Estado acreditado.

Segundo a tese que ora critico, o senador atirador – que tivesse sido colhido em flagrante de homicídio simples – responderia sempre em liberdade à ação penal, ainda que viesse a ameaçar testemunhas ou a destruir provas, ou a preparar fuga cinematográfica.

Ou, como lembrou o colega Wellington Cabral Saraiva, não poderia ser preso cautelarmente, mesmo se se tratasse de um pedófilo ou de um “serial killer”. Notem que já houve no Congresso Nacional, nos anos 1990, um deputado, Hildebrando Pascoal, acusado de integrar grupo de extermínio.

Na hipótese em consideração (caso Arnon), não caberia flagrante porque afiançável tal crime (homicídio simples). Mas nenhuma limitação haveria à decretação de preventiva pelo tribunal competente, se presentes os requisitos dos artigos 312 e 313 do CPP.

Hipótese diversa não faz sentido do ponto de vista do verdadeiro garantismo – que não admite excessos punitivos mas também repudia a proteção deficiente a bens jurídicos relevantes – ou diante da lógica jurídica e do sistema de responsabilização que impera no Estado de Direito. Numa democracia não existem imunidades absolutas. Já deixou de ter lugar a máxima “The King can do no wrong”.

Ademais, todos sabemos que a CF tem várias expressões atécnicas nos campos penal e processual e que nesse artigo 53 da Carta de 1988 o texto remeteu-se ao tema da inafiançabilidade com a visão já superada desde a Lei 6.416/1977.

Foi vontade da Constituição impedir absolutamente qualquer hipótese de prisão cautelar para parlamentares? Ou esta é apenas a opinião voluntariosa de certos juristas sobre o que é a Constituição?”

https://www.facebook.com/VladimirAras
http://ecoviagem.uol.com.br/…/primeiro-senador-a-ser-preso-…

O caso, que ocorreu em dezembro de 1963, registrou a morte do senador José Kairala, após ser baleado no abdome. O tiro foi disparado pelo também…
ECOVIAGEM.UOL.COM.BR

http://ecoviagem.uol.com.br/noticias/curiosidades/historia/primeiro-senador-a-ser-preso-assassinou-parlamentar-dentro-do-plenario-do-congresso-18713.asp

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